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Friday,20,April of 2012
8,692 notes Reblog

Quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais. Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes, ler mais. Sair mais. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Quero ser feliz, quero sossego. Quero me olhar mais. Tomar mais sol e mais banho de chuva. Preciso me concentrar mais, delirar mais. Não quero esperar mais. Quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar para frente. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero ousar mais. Experimentar mais. Quero menos ”mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais. E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.

Fernando Pessoa.  (via chorarporamor)

(Source: eles-dizem, via chorarporamor)

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Friday,20,April of 2012
3,151 notes Reblog

(via adore-u)

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Friday,20,April of 2012
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Como vim parar neste mundo estranho onde sentimento é uma coisa que se deve evitar, esconder e negar? Como podem tentar me ensinar que amor é crime quando eu vim ensinar que amor é tudo? Por que é que fui cair justo aqui, nesse lugar que fede hipocrisia, grita solidão e ecoa vazio, onde ninguém resiste à qualquer sinal de dependência emocional, por mais pura que seja? Pra que negar, se omitir, calar? Amar é bonito, é leve. Todo mundo ama, todo mundo esconde. Mas se devo esconder, por que sentir?

V.H
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Tuesday,17,April of 2012
1,048 notes Reblog

Ah, menino….
Sinto saudade de você, todos os dias.

Caio Fernando de Abreu (via na-base-do-seila)

(Source: h-ey-there-delilah, via esperarr-te)

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Friday,23,March of 2012
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Thursday,22,March of 2012
130 notes Reblog

Tinha tanto medo de tudo e a insegurança era tanta. Mas se apoiava nos outros. Gostava de sorrisos. Grandes, pequenos, médios, estranhos, firmes, sensatos, sérios - porque quando a gente ri com a boca mas não com a alma o sorriso fica sério - e largos, e alinhados e tortos. Amava sorrisos, de todos os tipos. Tinha as pernas grandes demais, os olhos meio brilhantes e estranhos, os dedos muito grandes, um jeito tão desajeitado que ela nem sabia por que é que se chamava jeito. Tinha medo de se aproximar dos outros mas só se aproximava quando se importava, porque quando não se importava não precisava se esforçar. Confiava e sorria e vivia e sentia e sentia tanto e com tanta profundidade que assustava aos seus próximos. Antes de tudo, escrevia. Escrevia porque viver estava um pouco na escrita, escrevia porque sem escrever a vida não fazia sem sentido, a vida não existia. Escrevia porque precisava, escrevia porque… escrevia por escrever e de repente lhe fugiam as explicações, porque quando escrevia não precisava de seriedade, não queria nada, não ansiava por nada, apenas queria jogar suas dores no papel e então sorrir. Necessidade, era isso. E então a menina estranha e desajeitada e torta sorria, e, porra, se sentia bem de repente, de um jeito estranho e forte demais. A menina das palavras confusas nem lia mais o que escrevia, nem queria revisar, só queria jogar os desejos em um pedaço de papel. Era ela, a menina. Que não tinha o menor sentido. Mas que gostava de sorrisos. E de sorrir.

Letícia Loureiro  (via forcejar)

(Source: almailustrada, via forcejar)

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Thursday,22,March of 2012
2,557 notes Reblog

(via forcejar)

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Thursday,22,March of 2012
169 notes Reblog

Se o espelho refletisse minha alma. De nada adiantaria a calma que se enxerga. Se o silêncio somente lhe fala-se, de nada valeria este medo que tenho que tu soubesses. Porque um corte superficial no dedo dói. Quebrar o braço dó. Ralar o joelho dói. Mas nada se compara ao sentir a felicidade rápida e escorregadia. E eu releio aquele ditado, que diz que de tudo isto, o riso será resultado do tempo. Mas eu não acho graça. Ainda não acho. Além disso, felicidade nada mais é, do que provar o doce (um bombom, que seja) e num curto tempo saciar-se pelo gosto. Felicidade é o tempo em que algo lhe faz bem e o retorno para a realidade. Se você me ver na segunda, na terça, na quarta, na quinta, na sexta, e quiçá no final de semana. Estarei sorrindo todos os estes. Mas provavelmente na segunda estarei brigada com minha mãe. Na terça receberei a nota vermelha de matemática. Na quarta encontrarei o menino que gosto, aos beijos com outras. Na quinta talvez eu não durma por tamanha tristeza. E na sexta me sentirei sozinha, que livro nenhum conseguirá acolher minha angústia. Mas ainda estarei sorrindo. Porque de certa forma, as coisas não deixam de ser melhores se choras, nem pioras se ri. Apenas ninguém precisa saber o motivo de minha tristeza, nem que os mesmos sejam motivos delas. Apesar de não precisarmos sermos fortes todos os dias, apenas sou assim, força do hábito. Implodo. Tempestade. Vento envolto. Vento lento. Porque se o espelho refletisse minha alegria, gostaria de olhá-lo sempre. E vá lá, um clichê básico para saberes que não sou de ferro “Se teus olhos aprisionassem-me de lá, não pediria fiança. Segregamos por beijos. Cheios pela simples existência sem prévia de toque. Você é a música que rege meus sonhos. Felicidade é isto meu bem, supor que tens o mundo, e de nada possuir.

Rayssa, criança sem esperança.   (via forcejar)

(Source: a-m-a-g-o, via forcejar)

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Wednesday,7,March of 2012
41,542 notes Reblog
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Wednesday,7,March of 2012
31,625 notes Reblog

Você é meu.
Mesmo bravo.
Mesmo irritado.
Mesmo retardado.
Mesmo chato.
Mesmo idiota.
Mesmo estupido.
Mesmo intolerante.
Mesmo manhoso.
Mesmo dengoso.
Mesmo triste.
E a cada vez que sorri, se torna mais meu.

Esvaziar    (via umapoetaemecstasy)

(Source: esvaziar, via atlanta-s)

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Monday,6,February of 2012
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delir-o-sofrimentto:
amei aqui *-* || seguindo ;*

Que bom linda *-*

Seja bem vinda.

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Monday,30,January of 2012
3,068 notes Reblog

Um brinde ao inesperado.
E às diversas formas de seguir em frente!

Fernanda Mello  (via eueminhasteorias)

(Source: momentos-so-meus, via sussurro-ao-vento)

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Monday,30,January of 2012
883 notes Reblog

Prepare surpresas. Borde delicadezas no tecido às vezes áspero das horas. Reinaugure gestos de companheirismo. Mas, não deixe para depois. Depois é um tempo sempre duvidoso. Depois é distante daqui. Depois é sei lá.

Ana Jácomo (via xicaradecafe)

(Source: pe-regrina, via chatapacas)

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Monday,30,January of 2012
2,748 notes Reblog
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Monday,30,January of 2012
14,933 notes Reblog

Ah, se o chuveiro lavasse a alma.

 “Ah, se!”   (via pseudoencanto)

(Source: dogmatismo, via pseudoencanto)